Manejo reprodutivo de serpentes em cativeiro
Resumo
Palavras-chave
Referências
Almeida-Santos, S. M. & Orsi, A. M. (2002) — Descrevem os ciclos reprodutivos sazonais e os mecanismos hormonais envolvidos na reprodução de serpentes vivíparas, como Crotalus durissus, destacando o papel da progesterona na manutenção da gestação.
Almeida-Santos, S. M., & Orsi, A. M. (2002). Serpentes têm placenta? Uma análise da viviparidade na cascavel Crotalus durissus terrificus (Serpentes: Viperidae). Anais do Simpósio do Programa Biota/FAPESP, São Carlos.
Blackburn, D.G. (2015). Evolution of vertebrate viviparity and specializations for fetal nutrition. Journal of Experimental Zoology Part B: Molecular and Developmental Evolution, 324(8), 663-687.
Brandley, M. C. et al. (2012) — Revelam convergências moleculares entre gestação de répteis e mamíferos, apesar das diferenças histológicas entre placentas epiteliocoriais (serpentes) e hemocoriais (mamíferos).
Brandley, M.C., (2012). Uterine gene expression in the live bearing lizard, Chalcides ocellatus, reveals convergence of squamate reptile and mammalian pregnancy mechanisms. Genome Biology and Evolution, 4(3), 394-411.
Shine, R. (2014). A review of ecological interactions between native frogs and invasive cane toads in Australia. Austral Ecology, 39(1), 1-16.
Van Dyke, J. U. & Beaupre, S. J. (2012) — Demonstram, por meio de estudos com isótopos estáveis, que serpentes vivíparas podem transferir aminoácidos para os embriões, confirmando a funcionalidade nutricional das estruturas placentárias.
Apontamentos
- Não há apontamentos.
Direitos autorais 2026 Heloise wolski Crespi